Quem fode mais: Daniel Dantas ou Kid Bengala?

sábado, 31 de outubro de 2009

Publicidade ao extremo. A se esta moda pega...

Europa propõe ajuda de até US$ 75 bi contra aquecimento global

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Os líderes da União Europeia concordaram nesta sexta-feira em defender uma "contribuição pública internacional" de entre US$ 32 bilhões e US$ 75 bilhões anuais até 2020 para financiar o combate ao aquecimento global nos países em desenvolvimento.

O bloco europeu estima que, nos próximos dez anos, os países em desenvolvimento precisarão de US$ 150 bilhões anuais para se adaptar às mudanças climáticas e conter suas emissões de gases causadores do efeito estufa.

Após dois dias de reuniões em Bruxelas, as autoridades europeias decidiram que o valor exato da contribuição do bloco será determinado durante as negociações da conferência sobre o clima de Copenhague, em dezembro.

O objetivo do encontro é definir um acordo global de redução das emissões de gases poluentes para substituir o atual Protocolo de Kyoto.

A União Europeia também pedirá que entre US$ 7,5 bilhões e US$ 10 bilhões da ajuda internacional total sejam liberados em 2010 em caráter de urgência, a fim de que os países pobres possam tomar medidas contra os problemas já existentes em consequência do aquecimento global.

Apesar da falta de um acordo mais específico sobre a sua própria contribuição, os líderes europeus descreveram o resultado das reuniões em Bruxelas como "um êxito" e se comprometeram a contribuir com uma "parcela justa".

"Agora, a União Europeia tem uma posição negociadora muito forte para levar a Copenhague", disse o primeiro-ministro sueco, Fredrik Reinfeldt, cujo país exerce a Presidência rotativa do bloco.

Divisão Leste-Oeste

A Comissão Europeia, braço executivo do bloco, esperava que os líderes aceitassem a proposta de se comprometer a contribuir com até US$ 22 bilhões para a ajuda internacional.

Para o presidente da comissão, José Manuel Durão Barroso, uma iniciativa nesse sentido ajudaria a pressionar os países emergentes.

No entanto, a proposta de Bruxelas esbarrou em uma forte oposição de nove países do Leste Europeu, que se recusam a financiar medidas em outros países que eles próprios ainda não têm condições de adotar.

"Em um país como a Polônia, temos uma margem muito limitada para reduzir as emissões até 2020. Não queremos nos converter em um museu do folclore do Leste Europeu. Queremos nos desenvolver rapidamente", defendeu o ministro polonês de Assuntos Europeus, Mikolaj Dowgielewicz.

Para tranquilizar o grupo, a União Europeia concordou que a contribuição inicial será voluntária. No longo prazo, a divisão dos valores que caberão a cada país será definida com base em sua "situação econômica e capacidade financeira".

Para mais notícias, visite o site da BBC Brasil

Tecnologia em favor da sustentabilidade, MDI

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Pagar menos de R$2,00 para andar centenas de quilômetros com um carro movido a... ar? Ligar o escapamento no ar-condicionado? Usar óleo de cozinha para a manutenção? E ter um carro produzido com fibras compostas em fábricas de pequena escala, desafiando as grandes montadoras, para não falar das monstruosas empresas petrolíferas?
O sonho do carro a ar é infelizmente bom demais para ser verdade, e os mais atentos devem se lembrar que há quase dez anos a empresa MDI do francês Guy Nègre ganhou alguma atenção no Brasil ao anunciar a criação de fábricas por aqui. Os primeiros carros a ar deveriam estar sendo vendidos no Brasil desde 2003, mas as promessas ficaram no ar. O mesmo ocorre em todas as dezenas de países que anunciam o início da fabricação de carros MDI "em breve". Teriam as empresas petrolíferas conseguido acabar com mais esta revolução ecológica?
A resposta que pode surpreender é, de pronto, que o carro a ar não é ecológico. É preciso comprimir o ar, e nenhuma inovação é sugerida pela MDI para que isto seja mais eficiente ou mesmo não-poluente. De fato, como Miguel Celades Rex, diretor da MDI para América Latina e Península Ibérica, declarou em 2001, "para comprimir o ar, é preciso eletricidade, e boa parte dela, ao menos aqui no Brasil vem de usinas hidroelétricas, Usinas Termoelétricas a Gás natural de petróleo (bem menos poluente), Usinas Termoelétricas a biogás (Pesquisar Solvi Valorização Energética - Termoverde Salvador), ou ainda fontes Eólicas, Fontes mecânicas de geração de torque etc..



É bom lembrar que fontes de prestígio jornalisticos como a CNN, CBS, a Time e outras já noticiaram e testaram o veículo, eque licensas de produção já foram comercializadas em muitos países por milionários exóticos e desconhecidos que, embora paguem fortunas para ter a licença de fabricação (no Brasil foi 25 milhões de dolares), nunca produzem. Estranho?
Veja um trecho de notícias do site: http://www.revistameioambiente.com.br/2008/06/10/carro-a-ar-comprimido-atrai-600-pessoas-em-sao-paulo-e-mdi-fecha-contrato-de-25-milhoes-de-dolares/

O empresário espanhol Martin Vuezas, que está construindo três fábricas licenciadas dos carros movidos a ar comprimido em Portugal, arrematou três das sete unidades a serem construídas no Brasil por 25 milhões de dólares
A indústria francesa Motor Develompent International, MDI, anunciou no dia 26 de outubro, que três das sete licenças de fabricação dos veículos movidos a ar comprimido, no Brasil, foram compradas pelo mesmo grupo empresarial que está
construindo as fábricas de Portugal.
O anúncio foi feito durante a apresentação do projeto no Hotel Sheraton Mofarrej, na cidade de São Paulo, na presença cerca de 600 pessoas entre empresários, engenheiros, futuros consumidores e jornalistas.
O Instituto de Tecnologia Mauá, que produz testes de automóveis com a Folha de S. Paulo, ofereceu publicamente os testes quando os veículos forem enviados ao país.
Durante o evento a diretoria da MDI apresentou programas de televisão feitos sobre o carro movido a ar em diversas emissoras, incluindo a ABC News, a CBS, diversos programas europeus e várias reportagens em revistas, incluindo a Time e a Wired e uma mensagem do inventor do motor a ar comprimido.
FÁBRICAS NO BRASIL: 3 JÁ FORAM VENDIDAS
São Paulo tinha três licenças industriais para instalação de pequenas montadoras cobrindo todo o Estado, cada uma exigindo um investimento mínimo de 8 milhões de dólares. As três licenças foram compradas pela VMA Portugal (Veículos Movidos a Ar), pertencente ao empresário espanhol Martin Vuezas. A empresa está procurando novos sócios para Porto Alegre, Rio de Janeiro, Brasília e Recife.
Além das fábricas, a MDI busca fornecedores de materiais e serviços, postos de abastecimento (de tanques de ar, naturalmente), manutenção… que serão usados no Brasil. Considerando a base instalada de fábricas brasileiras voltadas a indústria automotiva isso não deverá ser problema.

Corre pelos email's. Se for verade,foi uma ótima respota.

sábado, 17 de outubro de 2009

Essa merece ser lida, afinal não é todo dia que um brasileiro dá um esculacho educadíssimo nos americanos!

Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos,o ex-governador do Distrito Federal, ex-ministro da educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE, foi questionado
sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.

O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um brasileiro.

Esta foi a resposta do Sr.Cristóvam Buarque:

"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.

"Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.

"Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro.O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia
para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou
diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço."

"Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser
internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.
Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.

"Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França.
Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário
ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês,decidiu enterrar com ele, um quadro de
um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.

"Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York,
como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.

"Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas
mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.

"Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola.
Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.

"Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.
Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia
seja nossa. Só nossa!

Considerações sobre um acidente

Salvador, 17/10/2009 às 01:17

Juiz dá “roubadinha” e mata motociclista no CAB.

Uma “roubadinha” cometida pelo juiz Benedito da Conceição dos Anjos em frente à sede do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) causou um acidente fatal na tarde desta sexta, na 5ª Avenida do Centro Administrativo (CAB). A caminhonete Toyota Hillux dirigida pelo magistrado chocou-se com uma moto Suzuki, conduzida pelo empresário Anderson Jorge dos Santos, 31 anos, que morreu na hora.
O caso do acidente no CAB:

Testemunhas afirmam que, por volta das 16 horas, o juiz Benedito pegou o retorno para entrar no estacionamento do TJ-BA, mas, ao invés de seguir alguns metros e entrar na segunda via (menos de 150 metros), fez uma manobra proibida para entrar na primeira (atravssar a pista inteira). Neste momento, o seu carro (Uma Toyota Hilux placa JPE 2618) bateu na moto (Suzuki placa JQL 8443), pilotada por Anderson, que guiava em linha reta pela 5ª Avenida. Marcas no asfalto indicam que Anderson tentou frear, sem sucesso. A colisão foi violenta: o capacete rachou ao meio, o rosto do motociclista ficou desfigurado.
O juiz passou mal e foi levado para um hospital, cujo nome não foi divulgado. O caso foi registrado como homicídio culposo na 11ª CP (Tancredo Neves), mas o delegado Augusto Henrique Dias informou que o inquérito deve tramitar no TJ-BA já que o juiz tem foro privilegiado. A assessoria da corte afirmou que a instituição não comentaria o caso já que o “acidente aconteceu em via pública”.
Dívida - A TARDE apurou que o juiz tem débitos de licenciamento do carro e do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). As dívidas somam R$ 1.270, 36. O magistrado é coordenador do Núcleo de Conciliação de Precatórios do TJ-BA e ensina processo civil e direito comercial na Universidade Católica.
A mulher de Anderson, Ramille dos Santos, está muito abalada e não quis falar com a imprensa. Eles eram casados há 12 anos e tinham uma filha de 6 anos. “Vamos constituir um advogado, pois tememos que o corporativismo do Judiciário resulte no arquivamento do inquérito”, disse a colega de trabalho de Ramille, Rose Mary.
Elas trabalham na Ouvidoria Geral do Estado.

O dia (Os dias) sem sacolas pásticas

Globo Amazônia alcança 50 milhões de protestos

Um verdadeiro exército de internautas está cansado de notícias tristes sobre a destruição da Amazônia, e resolveu se manifestar. São 545 mil pessoas, que fizeram 50 milhões de protestos virtuais contra a destruição da floresta.

Os números foram registrados desde setembro de 2008, no mapa interativo do Globo Amazônia. A ferramenta mostra em tempo real queimadas e desmatamentos, e permite que internautas registrem sua indignação.

Aprenda a vigiar a floresta usando o mapa interativo
Brasileiros de todas as idades, de todos os cantos do país (e mesmo fora dele), mostraram que estão alertas, e seus protestos e denúncias já se transformaram em várias reportagens no Fantástico e no portal Globo Amazônia. Além disso, ecoaram pelo Congresso, entre os fiscais do Ibama e até mesmo pelos ministérios.
Fonte: Globo Amazônia

Na policia baiana o rato come o gato....

quinta-feira, 15 de outubro de 2009



By Jhorgeeee..

Fiesp entrega a Al Gore documento sobre meio ambiente

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, entregou esta tarde um documento intitulado "Mudanças Climáticas: o Valor das Convergências" ao ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore, que está em São Paulo participando de fórum sobre mudanças climáticas.

Neste documento, a Fiesp afirma que, como representante do maior parque industrial brasileiro, não se omitirá diante do impacto global causado pelas mudanças climáticas.

Para isso, a entidade defende que os compromissos a serem assumidos na reunião de Copenhague - encontro mundial para discutir o clima - terão de estabelecer como prioridade a inclusão social e o nivelamento das assimetrias regionais, conciliando a redução das emissões de gases do efeito estufa com o crescimento do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

No documento, a Fiesp ressalta a importância de que os países se adaptem ao uso das fontes de energia renováveis a partir do bagaço de cana-de-açúcar e da energia eólica, bem como as renováveis com baixa intensidade de carbono, como a nuclear e o gás natural, para garantir a segurança energética.

O documento também evidencia a necessidade de expansão da utilização de biocombustíveis no transporte de carga no Brasil e a promoção e o incentivo da pesquisa de etanol de segunda geração. A Fiesp acha importante ainda incrementar a transferência de tecnologias brasileiras de produção e utilização de biocombustíveis para outros países.